Em muitos lugares eu leio ou ouço declarações de amor a Deus. Em redes sociais isso virou moda.
Reflitamos a respeito, quantos de nós deixa de ficar com a família, amigos, namorados(das) e etc, e dispõe de minutos para falar com Deus e/ou ouvi-lo falar todos os dias?
Eu lembro que quando Evelyn e eu namorávamos, não passava um dia sem ir em sua casa, sem contar as ligações telefônicas durante o dia, várias vezes durante o dia. Hoje sou casado, tenho um filho que amo muito, e não passo um só dia sem abraçá-lo, beijá-lo, não consigo!Aproveito todos os mementos que posso com minha família, pois os amo.
Mas quando o assunto é Deus, não é a mesma coisa, achamos que dispor de um dia na semana, desculpem, um dia não, uma, talvez duas horas, em um determinado local, com rituais, músicas que chamamos de louvor, orações ensaiadas e repetitivas, na hora em que o líder determina, é amar a Deus? Ou pr Em muitos lugares eu leio ou ouço declarações de amor a Deus. Em redes sociais isso virou moda.
Reflitamos a respeito, quantos de nós deixa de ficar com a família, amigos, namorados(das) e etc, e dispõe de minutos para falar com Deus e/ou ouvi-lo falar todos os dias?
Eu lembro que quando Evelyn e eu namorávamos, não passava um dia sem ir em sua casa, sem contar as ligações telefônicas durante o dia, várias vezes durante o dia. Hoje sou casado, tenho um filho que amo muito, e não passo um só dia sem abraçá-lo, beijá-lo, não consigo!Aproveito todos os mementos que posso com minha família, pois os amo.
Mas quando o assunto é Deus, não é a mesma coisa, achamos que dispor de um dia na semana, desculpem, um dia não, uma, talvez duas horas, em um determinado local, com rituais, músicas que chamamos de louvor, orações ensaiadas e repetitivas, na hora em que o líder determina, é amar a Deus? Ou professar aos colegas e amigos que somos dEle, cantar músicas que contenham o seu nome, ou adesivar nossos carros, ou quem sabe andar até com a carteirinha da nossa denominação na carteira pra mostrar que somos do time? Andando pelas ruas, vemos pessoas com fome,e mesmo estando em condições de ajudá-las nos omitimos, mas dizemos que amamos a Deus. Vemos pessoas doentes e mesmo podendo ajudá-las não fazemos, e isso é amar a Deus? A cada dia que se passa corremos loucamente atrás de objetivos por nós traçados, caminhando a passos largos na direção contrária de Deus, pois não queremos ser taxados de fracassados por não termos uma profissão das que nós chamamos nobres, e chamamos isso de amor! E não estou falando de religião! Não estou falando de indulgências que Lutero tanto combateu, mas que a religião hoje resgatou com um nome muito mais bonito “Semear, pra colher as bênçãos”! Também não estou falando de um relacionamento forçado, procurar Deus, pois Ele nos dá o pão de cada dia, proteção, saúde e etc. Afinal, amamos a Deus ou as coisas que Ele pode nos dar?
Quando falo essas coisas me refiro ao prazer de falar com Ele, de adorá-lo sem interesse, de ser feliz apenas em saber que é amado por Ele, de conversarmos com Ele em todo tempo, em todos os lugares, de confiar que o seu amor por nós excede a razão ao ponto de chamar-nos filhos, de deixar-nos envolver por esse amor ao ponto de colocá-lo em primeiro lugar em nossas vidas, de nos conscientizar que tudo que fazemos ou é pra sua glória ou pra nossa, e deixar que esse pensamento seja o nosso critério na hora de decisões importantes. De sentir paz! De andar com Ele 24hs por dia! Se você não pensa assim, não se deixou invadir e dominar por esse amor, pelo menos não minta!
Amauri Jr.
Recife, 09 de dezembro de 2011
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