segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O paradoxo do nosso tempo


"O paradoxo de nosso tempo na história é que temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos; auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; gastamos mais, mas temos menos; nós compramos mais, mas desfrutamos menos.

Temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos tempo; temos mais graus acadêmicos, mas menos senso; mais conhecimento e menos poder de julgamento; mais proficiência, porém mais problemas; mais medicina, mas menos saúde.

Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária, rimos de menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos muito facilmente, ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais, raramente paramos para ler um livro, ficamos tempo demais diante da TV e raramente oramos.

Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores. Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência. Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida. Adicionamos anos à extensão de nossas vidas, mas não vida à extensão de nossos anos. Já fomos à Lua e dela voltamos, mas temos dificuldade em atravessar a rua e nos encontrarmos com nosso novo vizinho.

Conquistamos o espaço exterior, mas não nosso espaço interior. Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma. Escrevemos mais, mas aprendemos menos. Planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência. Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral. Temos mais comida, mas menos apaziguamento. Construímos mais computadores para armazenar mais informações para produzir mais cópias do que nunca, mas temos menos comunicação. Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade.

Estes são tempos de refeições rápidas e digestão lenta; de homens altos e caráter baixo; lucros expressivos, mas relacionamentos rasos. Estes são tempos em que se almeja paz mundial, mas perdura a guerra nos lares; temos mais lazer, mas menos diversão; maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição. São dias de duas fontes de renda, mas de mais divórcios; de residências mais belas, mas lares quebrados.

São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moralidade também descartável, ficadas de uma só noite, corpos acima do peso, e pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar."
Anônimo.
NOTA: Dias pós-modernos... Dias das opções self-services, ´obrigatoriamente´. Dias em que o relativismo é o único absoluto. Dias em que os antagonismos são uma regra. Quer ver? Observe: Nestes dias, a Igreja é mais (ir)relevante do que nunca... Os ´dois estão certos´, para você? Então você entendeu o que são os tempos pós-modernos!...


Em Cristo Jesus,
Pr. Artur Eduardo


Retirado do  Portal www.ievca.com.br

Caio Fábio - O Dossiê Cayman e minha condenação (30/11/2011)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Deus, eu te amo! Ama mesmo?


Em muitos lugares eu leio ou ouço declarações de amor a Deus. Em redes sociais isso virou moda.
Reflitamos a respeito, quantos de nós deixa de ficar com a família, amigos, namorados(das) e etc, e dispõe de minutos para falar com Deus e/ou  ouvi-lo falar todos os dias?
Eu lembro que quando Evelyn e eu namorávamos, não passava um dia sem ir em sua casa, sem contar as ligações telefônicas durante o dia, várias vezes durante o dia. Hoje sou casado, tenho um filho que amo muito, e não passo um só dia sem abraçá-lo, beijá-lo,  não consigo!Aproveito todos os mementos que posso com minha família, pois os amo.
Mas quando o assunto é Deus, não é a mesma coisa, achamos que dispor de um dia na semana, desculpem, um dia não, uma, talvez duas horas, em um determinado local, com rituais, músicas que chamamos  de louvor, orações ensaiadas e repetitivas, na hora em que o  líder determina, é amar a Deus? Ou pr Em muitos lugares eu leio ou ouço declarações de amor a Deus. Em redes sociais isso virou moda.
Reflitamos a respeito, quantos de nós deixa de ficar com a família, amigos, namorados(das) e etc, e dispõe de minutos para falar com Deus e/ou  ouvi-lo falar todos os dias?
Eu lembro que quando Evelyn e eu namorávamos, não passava um dia sem ir em sua casa, sem contar as ligações telefônicas durante o dia, várias vezes durante o dia. Hoje sou casado, tenho um filho que amo muito, e não passo um só dia sem abraçá-lo, beijá-lo,  não consigo!Aproveito todos os mementos que posso com minha família, pois os amo.
Mas quando o assunto é Deus, não é a mesma coisa, achamos que dispor de um dia na semana, desculpem, um dia não, uma, talvez duas horas, em um determinado local, com rituais, músicas que chamamos  de louvor, orações ensaiadas e repetitivas, na hora em que o  líder determina, é amar a Deus? Ou professar aos colegas e amigos que somos dEle, cantar músicas que contenham o seu nome, ou adesivar nossos carros, ou quem sabe andar até com a carteirinha da nossa denominação na carteira pra mostrar que somos do time? Andando pelas ruas, vemos pessoas com fome,e mesmo estando em condições de ajudá-las nos omitimos, mas dizemos que amamos a Deus. Vemos pessoas doentes e mesmo podendo ajudá-las não fazemos, e isso é amar a Deus? A cada dia que se passa corremos loucamente atrás de objetivos por nós traçados, caminhando a passos largos na direção contrária de Deus, pois não queremos ser taxados de fracassados por não termos uma profissão das que nós chamamos nobres, e chamamos isso de amor! E não estou falando de religião! Não estou falando de indulgências que Lutero tanto combateu, mas que a religião hoje resgatou com um nome muito mais bonito “Semear, pra colher as bênçãos”! Também não estou falando de um relacionamento forçado, procurar Deus, pois Ele nos dá o pão de cada dia, proteção, saúde e etc. Afinal, amamos a Deus ou as coisas que Ele pode nos dar?
Quando falo essas coisas me refiro ao prazer de falar com Ele, de adorá-lo sem interesse, de ser feliz apenas em saber que é amado por Ele, de conversarmos com Ele em todo tempo, em todos os lugares, de confiar que o seu amor por nós excede a razão ao ponto de chamar-nos filhos, de deixar-nos envolver por esse amor ao ponto de colocá-lo em primeiro lugar em nossas vidas, de nos conscientizar que tudo que fazemos ou é pra sua glória ou pra nossa, e deixar que esse pensamento seja o nosso critério na hora de decisões importantes. De sentir paz! De andar com Ele 24hs por dia! Se você não pensa assim, não se deixou invadir e dominar por esse amor, pelo menos não minta!

Amauri Jr.
Recife, 09 de dezembro de 2011    

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Fazer ou não fazer? Eis a questão!

De vez em quando ouço pessoas buscando esclarecimento sobre o que é e o que não é devido. Muito se fala sobre usos e costumes; sobre o que é e o que não é permitido na igreja; sobre o que seria pecado ou não. Como proceder diante disso tudo?
Eu procuro direcionar minha vida e tudo o que faço pela Bíblia, como Palavra de Deus. Evidentemente que nem sempre temos respostas práticas, diretas para as nossas questões. Entretanto temos nas Escrituras a possibilidade de entendê-la e discerni-las. E isto deve ser feito a partir dos princípios de Deus e daquilo que para Ele é mais importante. Gostaria de rapidamente compartilhar com você daquilo que creio.

Diante de qualquer assunto precisamos sempre fazer três perguntas que jamais podem faltar:

1)EDIFICA? - Paulo diz: "Todas as coisas são lícitas, mas nem todas edificam"1 Co10:23 Edificar no sentido de construir algo de bom na sua vida, na vida de alguém. Algo de Deus, que tenha sentido espiritual, que faça bem, que me aproxima de Deus, que faça com que minha vida espiritual sejaacrescida por aquilo que faço;

2) CONVÉM? " Paulo diz: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convém"1 Co 6:12 Ser conveniente é tão importante quanto saber o que fazer. Nem sempre conseguimos os dois, por isso é que muitos problemas surgem. É importante que saibamos o que convém e o que não convém. O que deve fazer parte e o que não deve da nossa vida. O que fica bem e o que não fica. Isso em muitos aspectos. Saber se conduzir, se comportar, se vestir, se apresentar é fundamental;

3) DOMINA? Paulo diz: "Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas" 1 Co 10:23 - Se fazemos algo por causa do domínio que isso exerce sobre nós, então isso não pode ser bom. Deus concedeu a Adão o controle sobre o mundo e o pecado tirou dele esse domínio e o diabo o escravizou. Jesus nos libertou para vivermos a liberdade de podermos fazer ou não. Sem pressão, sem nenhum tipo de influência;

Agora você deve aplicar esses critérios as situações que quiser. Pergunte sempre: Isso edifica minha vida espiritual, é conveniente, não faço constrangido ou pressionado a fazer ? Vá mais profundo nas questões e deixe Deus formar seu caráter cristão.

Fonte: Estudos Bíblicos.com

Texto retirado do portal da Igreja Evangélica Aliança.
www.ievca.com.br


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